Por ela eu esconderia meus dilemas...
Por ela faria do meu ego pó,
da poeira viveria se não tivesse aquele aroma suave.
Fecharia as janelas e viveria das paisagens do passado...
A liberdade revolucionária no quais meus dilemas recorrem com toda energia, tem por si, essa característica não pragmática (não se encaixa) e utópica. Apesar de todo o esforço que enfrento divulgando - à através da propagando mútua, com freqüência vejo - a sendo substituída por sacolas de grife.
Meu cotidiano é a experiência empírica filosófica de que essa liberdade pode existir, ou melhor, coexistir. Tal sentimento manifesta-se claramente quando estou com a minha alma compatível, formando um pequeno pólo de resistência para os grandes males que sabemos desde "O Manifesto Comunista"...
Talvez o velho barbudo prussiano fique contente em ver nossos sorrisos resistindo contra os tentáculos da alienação.
Por ela é que sempre serei o chato das conversas de domingo
Por ela é que os engenheiros olharão com indiferença pra todo o sempre!!!
Screaming Trees - Dollar Bill